Toda organização preocupada com o sucesso e com o futuro dos negócios tem o empenho em se manter dentro da cultura e dos padrões profissionais e éticos. 

Não é mesmo?

Por meio de um programa de Compliance de boas práticas isso se torna uma realidade recorrente e palpável em qualquer setor. 

Bacana, não é mesmo?

Se você quer compreender como isso acontece e como trazer segurança, eficiência e transparência para os negócios, continue comigo.

Aqui você vai encontrar:

Tenha uma boa leitura!

1. Quais são as principais boas práticas do Compliance?

Muito se fala em “vestir a camisa do time” e isso diz muito sobre a primeira boa prática do Compliance! 

Sabia disso?

Pois bem, se os gestores não garantirem que a cultura do programa seja transmitida para todos os colaboradores e fornecedores de serviços e esses a recebam e a incorporem no seu dia-a-dia, quem o fará?

Isso é posto em prática ao definir planos de capacitação aos colaboradores e ao construir um espaço seguro para denúncias de atos que ultrapassem os padrões éticos estabelecidos. 

Isso nos leva a outra boa prática: a transparência!

A  transparência é inerente ao Compliance. 

Essa prática é essencial para manter o programa com um bom funcionamento e para a construção de uma boa imagem da instituição.

Logo, é mais que importante ser claro com cada um dos envolvidos sobre quais as regras e condutas que devem ser seguidas! 

E mais: sem deixar brecha para interpretações equivocadas.

Outra boa prática é estabelecer indicadores de desempenho! 

Visto que é a partir deles que você pode saber por qual rumo o programa está indo e quais estratégias precisam ser repensadas.

Esses indicadores de desempenho vão garantir que você saiba identificar erros de modo a reduzir os riscos.

Feito isso, esteja sempre atento às necessidades dos colaboradores. 

Uma das boas práticas que mais impactam o bom resultado da implementação do Compliance é estabelecer uma boa comunicação e ter empatia pelas partes interessadas. 

É interessante ser aberto ao diálogo e a aconselhar todos, independente de qualquer hierarquia. 

Além disso, vale também ter sempre consigo materiais que abordam a temática, como circulares, regulamentos e manuais. Eles podem oferecer o apoio necessário. 

Caso seja necessário criá-los, é de extrema importância que eles sejam revisados por alguém da área de Compliance.

Somente um especialista pode garantir que a mensagem seja transmitida de maneira efetiva e correta.

Quer entender quais os benefícios advindos dessa prática? 

Vem comigo para o próximo tópico! 

2.Quais os benefícios e a relevância do programa de Compliance de Boas Práticas?

Como já vimos por aqui, adotar um programa de Compliance não é um processo rápido ou simples. 

Porém, ao estabelecer as boas práticas desse programa é possível ter vários benefícios que afetam todos os envolvidos

Quer conhecê-los? Confira abaixo quais são eles:

Essas são só algumas das vantagens ao implementar uma excelente política de Compliance! 

Agora que você sabe disso, que tal entender o que é preciso para acessar essas vantagens?

3.Como elaborar uma excelente política de Compliance? 

Elaborar uma excelente política baseada no programa de Compliance de Boas Práticas vai garantir todos os benefícios que citei acima! 

Contudo, para isso é necessário prestar muita atenção na forma que você vai implementar esse conjunto de normas e diretrizes. 

Assim sendo, os gestores têm o dever de elaborar e manter uma Política de Compliance compatível com a complexidade, estrutura e perfil de risco da instituição em questão! 

Para tal, é preciso estabelecer: 

  1. Objetivo e o escopo das atribuições de Compliance.
  1. Diretrizes a serem seguidas por todos os administradores, colaboradores e terceiros e principais processos utilizados para identificação e gestão dos riscos de Compliance por todos os níveis da Instituição.
  1. Delegar responsabilidades de forma clara a fim de evitar possíveis conflitos de interesses.
  1.  Alocação adequada de pessoal. 
  1. Posição na estrutura organizacional.
  1. Garantia de independência e autoridade dos responsáveis.
  1. Alocação de recursos adequados para desempenho das atividades.
  1. Livre acesso às informações necessárias para o exercício das atribuições. 
  1. Canais de comunicação com a Alta Administração, o Comitê de Auditoria e o Conselho de Administração para reporte das atividades e das não conformidades identificadas.
  1. Processos de coordenação com as demais áreas de Gestão de Riscos, Controles Internos e Auditoria Interna da Instituição.

Ufa! 

São muitas as etapas a serem cumpridas até ter um efetivo programa de Compliance de Boas Práticas na sua organização! 

Porém, não se assuste.

Um excelente advogado, especialista em Compliance, vai te oferecer todo o resguardo jurídico necessário para implementar essa política sem que você tenha que lidar com prejuízos no futuro. 

Por isso, por mais que seja tentador, não implemente um programa desse porte sozinho. 

Isso não vai ser benéfico aos negócios! 

Pois, nesse momento, a ajuda de todos os envolvidos vai ser necessária. 

E digo mais: só desse modo você vai ter um conjunto de políticas funcionando de forma verdadeiramente EFETIVA!  

Conclusão

Aqui você compreendeu quais são as principais boas práticas de um bom programa de Compliance. 

E mais: quais as vantagens de estabelecer essa política de maneira transparente e clara!

Agora você já está bem mais preparado para implementar esse sistema de maneira efetiva e funcional. 

Tenho certeza disso! 

Pois neste artigo você também viu:

  1. Como elaborar um excelente programa de Compliance de Boas Práticas
  2. Qual o impacto dessas políticas nas instituições
  3. E como é importante estar sempre atento a todos os colaboradores envolvidos nos processo

Caso surjam novas dúvidas, não hesite, fale com a gente! 

Até a próxima.

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