O termo Compliance está cada vez mais presente no vocabulário dos brasileiros. 

Você sabia disso?

Pois bem, uma forma de tentar entender esse programa é pensar nele como um padrão básico de negócios. 

Esse padrão contém premissas fundamentais que garantem as relações éticas e transparentes entre empresas e, principalmente (mas não somente) no Poder Público.  

Para entendermos um pouco mais sobre o que são essas premissas essenciais do Compliance e como elas funcionam, neste post vou responder aos 3 principais questionamentos sobre o programa.

Por aqui você vai encontrar:

Tenha uma ótima leitura! 

Vamos lá?

1. Quais as regras e premissas do programa de Compliance?

Nas últimas décadas foi sentida no Brasil e ao redor do mundo, a necessidade de colocar em prática as regras e premissas do programa de Compliance. 

Você sabe por que isso aconteceu? 

A ideia desse programa se popularizou como uma alternativa palpável e segura depois do elevado nível de corrupção em vários segmentos econômicos que atingiram tanto o poder público quanto o setor empresarial. 

Desse modo, diversas empresas tiveram sua imagem e reputação atingidas porque escolheram não determinar padrões éticos de funcionamento e regulamentos internos e externos aos seus negócios. 

Depois disso, os programas de compliance começaram a ser vistos com bons olhos, pois suas regras e premissas determinam políticas de transparência e normas éticas que canalizam os valores da empresa e estabelecem um funcionamento organizacional ideal. 

Essas regras podem ser aplicadas em:

A partir da aplicação dessas premissas por meio de todo esse conjunto de ações, a empresa passa a ter um percentual crescente e positivo de rendimento operacional.

Além disso, uma redução significativa nas despesas e a consolidação de uma relação de transparência e confiança entre os parceiros e os colaboradores envolvidos. 

E essas são só algumas das vantagens e dos objetivos do programa de Compliance. 

Confira outros:

2. Qual o objetivo principal do Compliance?

O objetivo principal do Compliance é justamente trabalhar na construção de mecanismos que evitem problemas maiores e dores de cabeça para a empresa no futuro. 

Por exemplo, o programa atua diretamente na linha contra o abuso de poder dentro da organização e estabelece uma conduta de boa governança. O que fortalece os laços de confiabilidade na organização.

Porém, suas atuações não finalizam por aqui! 

O Programa de Compliance também visa o incentivo à sustentabilidade e à cultura corporativa. 

Bacana, não é mesmo?

Desse modo, ele se dedica a todas as áreas que possam afetar tanto o desempenho quanto a reputação da empresa.

Ao atingir esses objetivos, a empresa também é beneficiada com: 

Viu, só?

São muitas as vantagens adquiridas ao optar pelo Compliance. Mas, alguns cuidados precisam ser tomados ao colocar esse programa em prática. 

O cuidado primordial é contar com a presença de um bom advogado para o alinhamento dessa política, ele vai ficar responsável por gerir  a conduta da organização perante as leis e normas éticas, e representar o cliente diante da esfera judicial. 

Pronto! 

Agora que você sabe disso, vamos entender como colocar as premissas desse programa em prática?

Vem comigo! 

3. Como colocar as premissas do Compliance em prática?

Quando uma empresa se propõe a adotar de maneira prática as premissas do Compliance, ela primeiramente desenvolve um código de conduta e uma linguagem acessível para disseminar essa política entre os seus colaboradores. 

Além disso, a partir dessas premissas, a organização também deve estimular e disseminar entre os contribuintes e gestores a ideia de que é importante para o bom funcionamento da empresa que todos sigam esse conjunto de normas éticas à risca. 

Desse modo, ao refletir e mudar a gestão ajustando a forma como as informações da empresa são tratadas e como as pessoas se comportam diariamente, o programa constrói gradativamente a relação de confiança e transparência nos negócios. 

E mais: ele faz isso também ao deixar claro que a empresa não se envolve em práticas moralmente questionáveis, além, é claro, de estar em dia com todos os regulamentos. 

Sabe qual a importância da aplicação dessas premissas em uma esfera global?

Com o surgimento das novas leis que garantem a segurança da informação, as organizações que detém um setor de compliance ativo e bem estruturado se colocam em outro patamar no cenário competitivo do mercado.  

A tendência crescente é que só sobrevivam no cenário competitivo mundial as organizações que construírem uma estrutura administrativa capaz de transmitir confiança por meio de sua reputação.

Desse modo, a aplicação dessas premissas nas empresas é muito mais que um luxo, é  uma necessidade urgente. 

Para tal, ela exige a presença de um bom advogado que se responsabilize por apoiar a implementação dessas normas éticas internas/externas e auxilie com a legislação e todos os atos normativos de cunho jurídico. 

Logo, não hesite em procurar ajuda especializada, caso queira colocar todas essas premissas em prática na sua empresa. 

Combinado?

Conclusão 

Viu só? Você chegou ao final dessa leitura e agora você compreende quais as principais premissas do compliance e como elas contribuem para manter o ambiente organizacional transparente e confiável. 

E mais: como o programa de compliance destaca a sua empresa das outras no mercado competitivo.

Pois aqui você também encontrou:

  1. Como aplicar as regras e premissas do Compliance
  2. Qual o objetivo principal do programa de compliance dentro de uma organização
  3. E como um advogado especialista pode te ajudar na implementação dessa política

Se restou alguma dúvida, não hesite, pode entrar em contato e pedir ajuda.

Até a próxima.

Deixe um comentário

You have to agree to the comment policy.